Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 02/02/2021
O envelhecimento populacional é sinal de avanço da ciência, de melhoria da condição de vida e da diminuição da mortalidade de uma sociedade. Com a idade média de uma população aumentando e mais seniores fazendo parte da sociedade, acontece a desumanização do idoso. que por conta da falta de uma “função social” e a ilusão dos jovens e adultos que a juventude é eterna fazem com que se torne normal a desvalorização e o abandono do idoso. A falta de empatia com a população mais velha vem do fato que muitos esquecem que no futuro serão eles que estarão precisando de suporte, apoio emocional e atenção. Se tivéssemos consciência que precisamos compreender o passado para construir um futuro, poderíamos formar uma sociedade que não enxerga o idoso como ser do passado, mas como participante do presente. O idoso continua com todos os seus direitos fundamentais e tem que ser visto como ser merecedor de tal condição como qualquer outra pessoa de idade variada, a diferença é que após os 60 anos de idade a pessoa tem direitos a mais, como no Artigo 230 da Constituição Federal “A Família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida”. O abandono de idosos, além de ser crime previsto por lei, é também crime moral e antiético, pois é expor um vulnerável a situações nocivas e desumanas. Para diminuir o abandono, moral e material, de idosos o estado brasileiro deve juntamente com o ministério da saúde, governos estaduais e municipais, criar projetos para ajudar os idosos a como serem autônomos após a meia idade e saberem seus direitos e a quem cobre-los, fazendo assim que se diminua os casos extremos de abandono e que os culpados disso sejam denunciados e punidos pelos seus atos.