Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 30/01/2021

Em 2019, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em suas próprias redes sociais que o número de idosos no país brasileiro chegou a 32,9 milhões, representando um aumento de 29,5% desse grupo etário. Entretanto, tal fato provoca a consequência de um aumento de idosos abandonados em abrigos e asilos públicos, tornando-os com menos espaço e menor cuidado para o idoso necessitado.

O que era para ser uma grande conquista de vida de muitos, acaba  transformando-se em um grande problema para outros, sendo em questões econômicas, como a falta de pagamento e dinheiro para a instituição cuidadora ou consequências psicológicas, devido a  realidade que o idoso permanece sozinho sem parentes próximos para comunicação, o que atinge diretamente a futuros problemas devido à solidão, como depressão, por exemplo. Apresenta-se esse fato principalmente neste momento atual, no qual muitos são obrigados a ficar em casa devido à pandemia de coronavírus, o que dificulta ainda mais a comunicação com parentes e amigos próximos. Ainda mais, esta fase conclui que a maioria dos idosos em asilos estão sem cuidados médicos dos funcionários, fazendo com que os mesmos fiquem vulneráveis a inúmeras consequências que os prejudiquem. O presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, José Elias Pinheiro, afirma que “A maioria das pessoas que vai para uma dessas instituições já estava abandonada em casa. Dificilmente vemos alguém que vai para envelhecer com qualidade”.

Diante do assunto tratado, é expressamente necessário que o Estatuto do Idoso seja mais rigoroso com suas leis e mandatos, consertando suas punições para que assim, para que o idoso seja mais respeitado na sociedade contemporânea. Também é importante a presença de voluntários que cuidem destes idosos presentes em asilos e instituições, para que não ocorra a falta de indivíduos para cuidados, sendo médicos ou pessoais. Concluindo assim, é essencial que o Governo tome a frente dos equipamentos necessários para os funcionários e voluntários presentes em asilos e casas de repouso, com a prioridade em EPI (Equipamentos de Proteção Individual) e equipamentos médicos, contribuindo para todos que respeitar a terceira idade é fundamental e essencial neste momento contemporâneo.