Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 06/02/2021
Consoante ao poeta Cazuza “eu vejo o futuro repetir o passado”, o abandono de idosos não é um problema atual. Desde o período da Revolução Industrial, com o crescente desenvolvimento e a demanda de mão de obra jovem, os idosos foram abandonados por suas famílias. Desse modo, no cenário atual, essas adversidades persistem, seja por descaso do governo ou da família.
Em primeira análise, cabe ressaltar que a ausência de intervenções governamentais no abandono de idosos é a principal causa da persistência desse problema. Visto que, apesar do Estatuto do Idoso relatar que o abandono é considerado crime, a falta de fiscalizações não permite que esse direito seja garantido na prática.
Ademais, é importante destacar que, segundo o IBGE os idosos são a camada que mais cresce no Brasil. Apesar disso, envelhecer no país se tornou um desafio, visto que a maioria dos idosos encontram-se em asilos e albergues, sem apoio psicológico e emocional da família e do governo. Em síntese, medidas devem ser tomadas pelo Ministério da Defesa e da Cidadania por meio de políticas públicas de fiscalização para garantir os direitos descritos no Estatuto do Idoso e também a divulgação de propagandas publicitárias com o objetivo de conscientizar as famílias sobre os impactos psicológicos causado pelo abandono de idosos. Espera-se que, com essas medidas, o abandono de idosos no Brasil venha ser erradicado.