Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 02/02/2021

Desde da origem do ser humano, o idoso é considerado uma fonte de conhecimento e deveria ser ouvido e respeitado. Um exemplo, na antiga Esparta, apenas pessoas com mais de 60 anos podiam fazer leis urbanas, por serem pessoas mais experientes e mais inteligentes. No entanto, esse estilo de pensamento é quase inexistente na sociedade brasileira contemporânea, nos últimos anos, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o abandono de idosos aumentaram 16,4% em 2018. Devido à falta de proteção jurídica efetiva na contemporaneidade, sera de suma importância a proteção básica dos direitos humanos aos idosos, para que mude à realidade do nosso país.

Em primeiro lugar, pouco se pensa sobre os idosos. A Organização Mundial da Saúde classifica o Brasil como um país emergente este conceito parte do hipótese de que está em constante processo de envelhecimento. Estima-se que daqui a alguns tempos o número de pessoas com mais de 60 anos iguale com o número de adultos. Esse evento pode levar a um grande impasse, pois os jovens não saberão lidar com as infelicidades da velhice por não haver um conhecimento prévio das atividades, profissionais e demais recursos que possam ser necessários nesta fase da vida.

Em segundo plano, vale destacar que os preconceitos contra os idosos acentuam ainda mais o problema. Diante disso, o abandono está ligado ao preconceito errôneo de que o idoso não pode mais contribuir para a família e a sociedade. Além disso, os problemas de saúde aumentam e os cuidados são necessários, o que, gera custos elevados. Assim, a tarefa das instituições de ensino do país é despertar a consciência coletiva da nação sobre a cultura do cuidado ao idoso.

Portanto, é crucial que o governo estabeleça um ministério que proteja os direitos dos idosos e melhore e amplie a saúde pública através de agentes tributários durante o monitoramento garantir que o idoso use seus direitos, e quem não respeitar o idoso será multado. Também sera necessário que os meios de comunicação, em cooperação com organizações não governamentais, divulguem nos meios de comunicação, especialmente nas redes sociais como Facebook, Twitter e Instagram, campanhas que visam sensibilizar as pessoas para a importância de respeitar e cuidar da qualidade de vida dos idosos, laços sociais e emocionais e promover um envelhecimento digno da população brasileira.