Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 02/02/2021
Atualmente, o abondo de idosos tem se tornado uma atividade comum, cujo vem sendo cada vez mais praticada e tem o intuito de aumentar ainda mais com o passar dos anos. Essa prática pode render até 16 anos de prisão para o praticante, portanto, fica claro que isso é sério e deve ser analisado com cuidado. Sendo assim, é de extrema importância que algo seja feito a respeito, a fim de manter esses idosos seguros e promover um bom e saudável envelhecimento para os mesmos.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que a população idosa no país, no ano de 2007, era de 17 milhões de pessoas, já em 2017, o número cresceu para mais de 30,2 milhões, atingindo quase o dobro. Tendo isso, percebe-se que a população idosa vem crescendo, e com ela o abandono dos mesmos. Isso ocorre, principalmente, devido ao fato da falta de visitas dos familiares ou pela falta de pagamento da instituição onde o idoso se encontra.
Essas situações são as mais comuns, pois muitas vezes o parente do idoso não tem condição de manter o mesmo (no que diz respeito à disponibilidade, atenção e visitação), então opta por enviá-lo à uma instituição pública ou particular, a fim que deem o cuidado necessário para o mesmo. O problema é que muitas vezes as entidades púbicas encontram-se superlotadas, fazendo com que o parente do idoso tenha que pagar por certa instituição. Sendo assim, ou o familiar que não pôde pagar acaba por não visitar e não assistir o idoso prestando os serviços necessários, ou ele não paga a entidade, gerando, em ambos os casos, o abono.
Tendo em vista os argumentos citados, é extremamente importante que algo como a fiscalização do pagamento e da moradia dos idosos, seja feito rapidamente, para evitar o então abondo dos mesmos. Isso pode ser feito através de órgãos governamentais e/ou estaduais, a fim de examinar a segurança e garantir o conforto do idoso para um melhor envelhecimento do mesmo.