Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 09/02/2021

A questão do abandono de idosos na contemporaneidade entra em contrapartida com o aumento da qualidade de vida no mundo, devido aos grandes investimentos e desenvolvimentos feitos na área da saúde, e com as reformas previdenciárias. A partir disso, é considerado idoso o cidadão que possuir 60 anos ou mais, de acordo com o Estatuto do Idoso, que também preserva seus direitos.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que os avanços das tecnologias e da ciência trouxeram ao mundo uma maior expectativa de vida, visível com o aumento da população idosa, por exemplo. No entanto, apesar disso, parte dela necessita de cuidados especiais por conta de doenças degenerativas, físicas ou mentais, como o Alzheimer (esquecimento). Este é representado no filme “Viver Duas Vezes”, da plataforma de streaming Netflix, em que o protagonista sofre deste mal e, se não fosse pelo amparo da família e dos amigos, atingiria um maior estágio de demência.

Ademais, com a aprovação da reforma da previdência social no Brasil, a exemplo, nos anos de 2019 e 2020, o processo de aposentadoria foi dificultado, gerando mais pressão sobre os futuros idosos que, em alguns casos, não terão mais a mesma disposição para trabalhar. Tal aprovação é uma negação do direito imediato do idoso à sua aposentadoria, após anos de contribuição no Fundo de Garantia (INSS).

Portanto, para resolver a questão do abandono de idosos na contemporaneidade, é necessário promover ações de auxílio ao idoso, através de propagandas em televisões, rádios, jornais e internet, para as famílias, comunidades, instituições de apoio, como os asilos, e de saúde por parte do Governo Federal. Também, rever a problemática da reforma previdenciária, papel do poder executivo também, em conjunto com o legislativo e o judiciário. Assim, todos os idosos terão seus direitos preservados e bem-estar até nos piores momentos como no filme.