Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 21/02/2021

Com o avanço da tecnologia à expectativa de vida cresce exponencialmente. Com esse crescimento, cria-se uma linha tênue entre idosos e não idosos.

Segundo dados do IBGE, a porcentagem de idosos no Brasil é de 13% em 2019, sendo 60.939 desses 13%, desamparados conforme informações do ISTOE. Uma das razões do desamparo é a falta de preparo econômico, ao entrar em tal idade. Albergues e alojamentos também crescem exponencialmente com a carência de amparo familiar, sendo a soma de ambos, mais de 100 mil idosos abandonados pela sua família.

A segunda razão é a renda que eles recebem. Conforme o ISTOE, o Brasil está na 15° posição em poupança de idosos, onde eles apenas recebem 11%. Um idoso que já vem de uma família com baixa renda, acaba por se tornar um fardo para a mesma, levando a decisão do abandono, mesmo que seja um crime com pena de 16 anos. As casas de repouso não são capazes de delatar todos, devido a grande concentração de idosos para cuidarem, fazendo com que alguns parentes não respondam por seus atos.

Portanto, para resolver o problema de abandono de Idosos na contemporaneidade, a reforma previdenciária deve mudar para a idade em que se é considerado um idoso 60 anos, por meio de aprovação da câmara e senado, pois assim evita o abandono familiar e lotação de albergues, alojamentos e casas de repouso.