Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 27/02/2021
De acordo com o sociólogo Emile Durkheim, a sociedade pode ser comparada a um corpo biológico, por ser assim como esse, é composta por partes que interagem entre si e assim desenvolvida, analogia está utópica quando negligencia o idoso como ferramenta essencial ao progresso, expondo estes a situações de abandono. Promovendo assim uma sociedade não desenvolvida, a má administração da saúde e educação, repercute à herança do envelhecimento desumano no país, não cortando tais atos pela raiz, o Estado estará fadado à desordem e regresso.
Partindo dessa problemática, o descaso ao amparo do idoso no Brasil se torna ainda mais evidente com a demora para criar o Estatuto do idoso, nascido em 2003 com obrigatoriedade dos mesmo para com a saúde de qualidade, bem estar e dignidade, leis estas que não saem do papel e tem seu protagonista sendo visto como estigma na sociedade, caracterizado como peso à economia e previdência social. Na atualidade, uma alta taxa de longevidade não significa viver com dignidade, o que valida o descaso seguido de abandonos.
Outrossim, o abandono dos idosos no Brasail cresce gradativamente, afirmação está exposta pelo Domingo espetacular, de forma proporcinal, abrigos clandestinos e violência, situações essas evitadas se houvesse um poder fiscal de qualidade. A má distribuição de renda compactuada a constante busca pela sobrevivência no país, faz com que a sociedade se preocupe pelo presente, retirando à existência do futuro. A má gestão na educação financeira e legislativa do Estado, promove consequências de adultos endividados e manipulados por não saber dos seus direitos, ausentando a luta pela aplicabilidade do Estatuto do idoso que deveriam assegura-lós mas tarde, o imediatismo e desigualdade vem retirando a esperança e desenvolvimento do país.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Cabendo a aplicação de fiscais voltados especialmente ao cidadão idoso de cada cidade, onde o Centro de referência de assistência social assegurar o mesmo com aulas sobre economia, direitos do estatuto, saúde e tecnologia, além das palestras semanais nas escolas sobre educação financeira e legislação. Colocando assim a interação para ordem e progresso no país.