Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 28/02/2021

O abandono de idosos, grupo dos chamados pessoas mais experientes, é crime sujeito a reclusão assegurado pelo recém aprovado, em 2009, Estatuto do Idoso. Infelizmente, essa lei não intimida as pessoas a valorizarem pelo menos seus entes da 3° idade. Isso se deve pelo fato da invisibilização deles perante a sociedade, bem como do preconceito, muitas vezes manifestado na forma de violência simbólica, aos mais velhos.  Logo, para o direito servir o seu propósito educacional é necessário uma  conscientização em massa.

Sob esse viés, é válido ressaltar que a indiferença ao grupo supracitado ocasiona doenças físicas e mentais. A saber, conforme o filósofo Schopenhauer, os limites do campo de visão de um indivíduo determinam o seu entendimento a respeito do mundo. Nessa linha de reciocínio, por estar imersa em uma outra realidade, a sociedade não enxerga a importância do idoso e, assim, não intarage com ele.  Consequentemente, os mais experientes adquirem depressão e angústia, exemplificados em horas que ficam na cama, o que resulta na má alimentação ficando, então, fragilizados fisicamente e mais vulneráveis as quedas.

Além da negligência, o preconceito aos mais antigos geram uma perda icalculável a história e a cultura. Lamentavelmente, os idosos são vistos erroneamente como incapazes e inválidos. Isso é manisfestado na forma de violência simbólica, termo do sociólogo Pierre Bordieau, que inclue os comportamentos, não necessariamente agressivos física ou verbalmente, que excluem grupos minoritários, como os mais experientes, explicitado na colocação deles em lugares de longa permanênica e asilos. Por consequência, os relatos pessoais e vivenciados são privados, uma extensa bagagem cultural que poderiam ser passados às novas gerações são perdidos.

É necessário, portanto, com vistas a garnatir a valorização dos mais velhos, que o Ministério da Educação (MEC) leve profissionais pedagógicos nas instituições públicas que ensinaram acerca da importânica do idoso, de se envelhecer. Isso se realizaria com palestras educativas e lúdicas, de modo que simulariam situações cotidianas que o jovem deveriam agir, como levantar do assento no ônibus e , então, oferece-lô ao mais experiente.  Tal ação objetivaria demostrar a realidade vivenciada pelo grupo da 3° idade à população, garantido, dessa forma, o respeito a eles . Adicionalmente, é interessante que o MEC esclareça, por intermédio dos tributos estaduais, a relevância dos mais antigos à sociedade. Essa medida se concretizaria a partir de campanhas publicitárias que serão divulgadas nos veículos de imprensa, exemplo sites digitais, televisões e jornais, com o fito de conscientizar o povo a interagir com os idosos. Feito isso, o abandono e a violência simbólica se mitigaria com o tempo.