Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 20/03/2021
Em uma das cenas mais célebres do filme “Up: altas aventuras”, é relatado a história do senhor Frederik sen, um idoso que ao perder sua esposa, se sente sozinho e deprimido, pois não tem filhos e nem amigos, porém, sua vida muda completamnete ao cativar-se por uma criança. Fora da ficção, o abandono de isosos é uma realidade na contemporaniedade, tornando necessária a tomada de novas medidas para a resolução do impasse.
Segundo o filósofo Jean Paul Sartre, a violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota. Ou seja, uma agressão não é considerada somente física, mas também configura-se como uma forma de hostilidade e, nesse caso, moral, o desleixo com os mais velhos. Além disso, vale ressaltar que os idosos sofrem inúmeros ultrajes decorrrente ao desprezo como, psicólogico.
Ademais, de acordo com a obra “Arqueologia do Saber” de Michel Foucalt, alguns temas tendem a ser silenciados, omitidos na sociedade, com objetivos pré-determinados, no qual o homem diferente passa a ser excluído do convívio social. Entretanto, no que tange ao tema referido, é comum notarmos um alto número de abandono afetivo com os idosos por meio das próprias famílias, transferido-os para instituições particulares ou públicas que acolhem os mesmos.
Portanto, o abandono de idosos precisa ser diminuído na sociedade atual. Para isso, o Governo Federal deve combater a cultura do abandono afetivo por meio de palestras, as quais sejam realizadas em instituições educacionais e centros comunitários. Isso deve ser realizado a fim de que o número de idosos que sofrem problemas psicólogicos devido a rejeição sofrida por parentes diminua. Por fim, a Organização Mundial da Saúde em parceria com asilos, deve disponibilizar uma quantidade maior de profissionais capacitados para atender aos anciões desamparados com problemas acarretados por agressões físicas ou psicólogicas. Assim, a sociedade deixará de ser composta por pessoas excluídas do convívio social, e passará a ser inclusiva, motivando os indivíduos a se conectarem e cuidarem dos cidadãos considerados como mais velhos.