Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 21/03/2021

Segundo o levantamento do Disque 100, serviço do Governo Federal, o número de denúncias sobre o abandono de idosos cresceu 16,8% no país. Sobre essa ótica, é inegável a falta do Brasil em da assistência econômica - ao dar informações sobre planejamento previdenciário- e social - preparar a populção para receber a classe mais velha-. Nesse sentido, pode-se afirmar que a negligência governamental e a escassa abordagem do problema agravam essa situação.

A priore, é válido destacar um parágrafo da Constituição de 1988, na qual é escrito ´´ o abandono de incapaz pode levar até 16 anos de reclusão´´. Entretanto, ao analisar o número de idosos em asilos (segundo o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada, são mais de 83.000 idosos) é notório que essa premissa constitucional não é valorizada na sociedade.

A posteriore, é pertinente ressaltar que estatísticas do Banco Mundial, mostra que 89% da população brasileira não se planejam economicamente para o futuro. Isso mostra, a falta de informação sobre a aposentadoria, levando o Governo Federal a discutir sobre uma reforma previdenciária. Dessa forma, é indubitável que a pouca abordagem desse tema proporiona o aumento do abandono, uma vez que os idosos se tornam ´´ uma boca ´´ a mais para alimentar.

Portanto, medida são necessárias para mitigar esse impasse. Logo, cabe ao poder público, na figura do Ministério do Desenvolvimento Social juntamente com as mídias sociais, desenvolver campanhas educativas - por meio de cartilhas, ´´post´´, curta-metragens- afim de orientar a população sobre a necessidade de se planejar economicamente para uma aposentadoria e não desamparar os idosos. Assim, o Brasil poderá garanntir od direitos sociais e econômicos e o conforto da classe mais velha brasileira.