Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 19/04/2021
A Carta Magna de 1988, “garante à todos o direito à moradia e bem estar social. Portanto, tais premissas não se verberam na sociedade atual, pois tornou-se notório o aumento no número ao abandono de idosos na contemporaniedade dissolucionando tais direitos que deveriam ser assegurados. Sobretudo cabe relacionar as fraquezas nas relações sociais e à falta de auxílios governamentais para financiar os gastos que são subsequentes ao envelhecimento.
Em primeira análise, segundo o sociólogo polonês Zygmund Bauman cita a Modernidade Líquida como meio das relações sociais, onde na sociedade hodierna, os relacionamentos são considerados como algo facilmente dissolvido e não é criada certa empatia com o outro. Sobre esse viés cabe relacionar o pensamento desse estudioso como justificativa para aumento no índice de abandono de idosos, pois grande parte da sociedade se formou baseada em princípios individualistas, pous o filósofo francês Rosseau citou em sua máxima “o homem nasce bom e feliz, a sociedade o rompe e o torna miserável” correlacionando aos príncipios anti-empáticos ditos por Bauman, onde em questão os mais velhos são vistos como “fardos” pelos seus familiares e, ou cuidadores. Pontuando assim a dita Modernidade Líquida.
Segundamente, tornou-se explícita a falta de investimentos por parte do Estado em oferecer auxílios para os idosos devido principalmente a quantidade de gastos que são provenientes do envelhecimento, como remédios e maior número de ocorrências médicas. Segundo a pesquisa feita pela revista Istoé, mostra que o Governo Brasileiro possui uma das menores poupanças para idosos com uma porcentagem de aproximadamente um décimo, ficando abaixo das médias mundiais. Sendo assim, umas das maiores causas para aumento no abandono de idosos na contemporaniedade.
Portanto, cabe ao Ministério da Educacão intervir na formação dos jovens desde o início, através de trabalhos voluntários exercidos pelos jovens em lares de idosos. Somado a isso, o Governo Federal deve investir de forma sistemática em auxílios financeiros aos idosos e seus familiares, diminuindo assim o considerado “fardo”. Garantindo assim os direitos previstos pela Carta Magna, além de distrinchar os estigmas criados para que desde o princípio relação empáticas sejam criadas e ainda contribuindo na diminuição do abandono na hodiernidade, rompendo assim o princípio da Modernidade Líquida.
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