Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 18/04/2021

A pandemia, em 2019, causada pelo vírus " corona" trouxe à população períodos de isolamento social e consequentemente, altos níveis de violência, em especial com os idosos. Nesse paronama, é notável que a população idosa é suscetível à determinads ações, como o abandono. Esse ato ocorre, majoritariamente, devido a falta de assistência e o interesse nos bens dessa parcela.

Em primeira análise, é nítido que a ausência de cuidados associada a de tempo influencia diretamente no bem-estar dessa população. Segundo o Estatuto do Idoso, é dever da família assegurar o mesmo em detrimento do atendimento asilar e o Governo protegê-lo contra qualquer negligência. Porém, os familiares por falta de tempo abandonam estes em asilos e distanciam-se rompendo qualquer vínculo emocional, prejudicando a saúde dessa velhice. Fazendo analogia ao livro, Modernidade Líquida, do sociólogo Zygmunt Bauman, é possível associar  as relações liquídas e superficiais ao abandono dos idosos.

Além disso, o interesse na aposentadoria do idoso contribui para as práticas de abandono. Consoante a Folha de São Paulo, está ocorrendo na contemporaneidade um surto de ageísmo ou etarismo, o preconceito ao idoso, influenciado pela  pandemia de covid-19. Isso ocorre porque,o ancião é visto como um peso ou algo improdutivo, quando comparado à população mais jovem, o que facilita a ação de roubo da aposentadoria do mesmo pelos filhos ou aqueles que recebem tal benefício, causando superlotação em asilos, já que esses são abandonados pela própria família.

Portanto, com vistas a diminuir o abandono da terceira idade e a lotação de asilos. O Governo deve criar aplicativos que denunciem qualquer forma de violência ou negligência sofrida por essa faixa etária e divulgar esse app ,por meio de canais de comunicação, a fim de que pessoas próximas ou que tenha alguma relação com a vítima possa denunciar e assim, distanciar-la do parente envolvido.