Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 18/04/2021

Tendo em vista que a expectativa de vida tem sido cada vez maior, os índices da população idosa têm crescido gradativamente, porem de uma forma significativa, mas com esses índices, a taxa de abandono tem crescido junto. Na contemporaneidade o abando de idosos se tornado uma questão, o que era pra ser visto como uma dadiva, acabou sendo visto como um fardo econômico para muito, levando ao desamparo econômico e consequentemente o afetivo também.

Muitas vezes avós, por sua idade mais elevados, são vistos como sábios e carinhosos, contudo, essa imagem transmitida não tem mais interessado pessoa mais nova, porque como disse Platão “deve-se temer a velhice, porque ela nunca vem só” e é assim que o envelhecimento levado, isso se dá em razão de que as pessoas com mais idade demandam maior atenção, cuidado, tempo, afeto e dinheiro, todavia é notório que a soma disso tudo, torna-se um preço que as pessoas não estão dispostas a pagar.

Ademais, o Brasil, por seus dados, demontrou o seu desinteresse e falta de planejamento para com os seus investimentos econômicos na população idosa, tornando-se um dos países com menor poupança para o envelhecimento na América, agravando o caso para a parte populacional que se encontra na parte baixa da pirâmide social, os mais pobres. O desespero tem se tornado grande, levando em conta a indiferença do país para com os cidadãos de idade mais avança.

Em vista disso, dá-se a necessidade de intervenção do Ministério público para que haja um investimento obrigatório, da parte de um responsável escolhido pela pessoa com idade já avançada que não se encontra mais capaz de se sustentar economicamente, o investimento seria conforme a renda do responsável. Tal feita seriamente concretizada por meio de leis, tendo penalidades, caso não cumprida, religiosa assim que haja um interesse maior do país para com a população idosa e em suma, melhor o quadro atual.