Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 19/04/2021
Atualmente, a população idosa vem aumentando cada vez mais no Brasil, de acordo com um Censo Demográfico realizado pelo IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Analogicamente a isso, o cenário mostra que lamentavelmente o abandono familiar está bastante presente na problemática, e esse é um problema sistêmico que possui múltiplas facetas, e a sua solução exige participação pública. Nessas perspectivas, são necessárias para atenuar ou erradicar essa temática.
Primeiramente, o Estado é um dos grandes responsáveis pela prorrogação dessa infeliz problemática. Hodiernamente, o Brasil possuindo cerca de 60.939 idosos desamparados, seriamente racional pensar que o Governo investiria capital direcionado para a melhor inserção do idoso no convívio social. Contudo, o resultado é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na população idosa. Diante de tal fato, percebe-se uma precariedade governamental relacionada ao fato que a população idosa no país não é valorizada de forma adequada.
Segundamente, as famílias dos idosos são juntamente com o Estado responsáveis pela temática, por não quererem ter responsabilidade com o idoso. Ademais, o Brasil vê-se em um aumento alarmante de abandonos de idosos por causas familiares. Diante de tal contexto, é visível a falta de qualquer tipo de apego emocional entre a família e o idoso, pois, tal fato faz a sociedade se tornar menos íntegra.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas públicas, que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que a Sociedade como pessoas que visam o bem comum e agem em prol de algo, vá supervisionando a si mesmo para que nenhum tipo de atrocidade ou descaso seja feito a nenhum idoso, por meio de denúncias, está ajudando a amenizar a temática. Dessa forma, o Brasil poderá superar os impasses existentes.