Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 23/04/2021
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito a moradia como uma coisa essencial para todo cidadão brasileiro. Contudo, isso não acontece desejavelmente, na prática quando se observa o Abandono de idosos em questão na contemporaneidade. Esse cenário antagônico pode ser associado tanto à falta de asilos quanto a falta de educação financeira que deve ser dada para evitar problemas a longo prazo.
Vale ressaltar, de início a falta de asilos como impulsionador para os casos de abando de idosos. Nesse sentido é muito comum na sociedade, filhos que quando cuidam de seus pais idosos acabam abandonando eles nas ruas e em condições desumanas e isso acontece por não existirem asilos com vagas suficientes para esses idosos. Tal situação, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, acontece devido a uma quebra do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos possuam direitos indispensáveis, como a moradia. Diante disse torna-se fundamental a formulação de métodos para que isso pare de ocorrer.
Ademais, Vale ressaltar a falta de educação financeira para evitar problemas a longo prazo como impulsionador do problema. Segundo o escritor alemão Goethe “Não há nada mais assustador que a ignorância em ação”. Diante de tal exposto, por não ter uma boa educação financeira, a população não consegue planejar como vai administrar o seu dinheiro em um longo prazo e isso pode acabar causando problemas para as pessoas quando estiverem idosas, e pela falta de finanças, essas pessoas podem acabar ficando sem moradia. Contudo, é inadmissível que tal fator continue a ocorrer.
portanto, é imprescindível a criação de métodos para que possamos amenizar o abandono de idosos na contemporaneidade. Para isso, é fundamental que o Estatuto do idoso juntamente com o Ministério da Educação crie campanhas em todos os meios de comunicação que incentivem a construção de mais asilos e juntamente a isso seja dada uma melhor educação financeira às pessoas para que elas saibam lidar com problemas econômicos que podem vir a acontecer na fase idosa, diminuindo assim o número de ocorrências de abandono de idosos. O conjunto dessas ações, formará uma sociedade com mais humanidade e prosperidade onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.