Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 07/05/2021
No Japão, os idosos, são vistos com muito respeito. Dentro da cultura japonesa, as pessoas com mais experiências de vida, são muito valorizadas e consideradas muito sábias. Com seus anos de experiência, trocam seus conhecimentos com os mais jovens. Contudo, no Brasil, essa realidade é muito distante. Visto que o abandono de idosos cresce cada vez mais, por conta da falta de empatia e descuido em relação a essas.
Hoje, muitos filhos já adultos, não acredita ter tempo para cuidar de seus pais. Dizendo que estão ocupados com o trabalho, deixando-os em asilos. Ao serem “esquecidos”, instância de muitos problemas psquiátricos como: a depressão ea ansiedade que desencadeam vários fatores físicos como: doenças e doenças, por não adquirirem uma boa alimentação que está ligado aos traumas do abandono; e também o suicídio que é muito comum, apesar de não ser discutido com frequência. Apesar de uma família pagar recursos e os bens para que tenham bons cuidados, é necessário que exista a atenção e o afeto às pessoas que os criaram. Sendo abandono material ou afetivo é crime, podendo pegar até 16 anos de prisão.
Com o aumento da expectativa de vida, devido ao avanço da tecnologia e o campo de saúde, houve aumento da população idosa. Consequentemente, aumentou-se os casos de abandono. Dentro de casos pode ahver a negligência de encontrar entidades de atendimento, submetê-los à condições desumanas, violência física e também apropriar-se de bens desvinculando de benefícios.
O avanço da tecnologia também foi um dos fatores que agravou o distanciamento entre as relações familiares. Em que a população da terceira idade está cada vez mais sendo excluída, por não estarem adaptados ao estilo de vida que se tornou atualmente. Crianças e jovens por adquirirem tal afinidade e facilidade com o meio digital, criam uma “barreira” entre eles.
Assim, para que exista melhor relação com a população idosa, os governos, entidades e até escolas devem estimular uma interação entre eles. Com campanhas e divulgações por meio de redes sociais fazendo com que os mais jovens e até adultos valorizem como raízes e o sentimento de empatia e carinho. E também criar aulas para que idosos aprendam a utilizar celulares e outros aparelhos eletrônicos, fazendo com que exista maior interação entre os familiares e pessoas que os cercam. Com isso, haverá maior troca de experiência e vivificar raízes entre os descendentes.