Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 10/05/2021

Idosos são pessoas que possuem mais de 65 anos e que, geralmente, precisam de mais cuidados. Entretanto, a falta de empatia dos familiares e a ausência de planejamento, por parte do idoso enquanto jovem, agravam a questão do abandono na velhice.

Em primeira análise, nota-se que amigos e/ou parentes quando encontram dificuldades como trocar fraldas, dar comida em horários regulares, banhos e entre outros, se afastam e os deixam desamparados. Segundo a obra “Cegueira Moral”, de Bauman, o homem moderno é insensível quanto às dores do seu semelhante. Dessa forma, mostrando que cuidar do próximo não é prioridade, e que, de certa forma, o ser humano é egoísta e só pensa em si.

Vale destacar, ainda, que o indivíduo, enquanto adulto, não planeja sua velhice em questões financeiras e de saúde. Conforme a teoria de “Consciência Coletiva”, de Durkheim, a sociedade age de acordo com um pensamento em comum, ou seja, a maioria das pessoas esquece que não existe só a juventude, abandonando as necessidades de quando estiver mais velha, e consequentemente, não tendo boa qualidade de vida.

Portanto, é essencial que o Ministério da Saúde, e o Ministério da Cidadania, façam campanhas a favor de uma velhice mais saudável, dando mais visibilidade a essa conjuntura, por meio da mídia, como canais de TV e redes sociais, e ONG’s, para que seja possível reduzir o número de idosos abandonados em casas de repouso. Além de divulgar maneiras de se planejar para o futuro. Assim, haverá uma sociedade envelhecida mais tranquila.