Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 31/05/2021

A Constituição Federal de 1988 , documento verídico mais importante do país,  garante ao corpo civil a seguridade de uma velhice saudável. Todavia, nota-se que a falta de assistência aos idosos na atualidade é uma triste realidade,  ocasionada pela negligência estatal no desenvolvimento de programas sociais e na fragilidade de uma cultura de empatia para com essa classe.

Portanto, de acordo com Hannah Arendt´, em EIchmann em Jerusalém´´, o pior mal é aquele visto como algo cotidiano´´. Nesse sentido, o descaso com os mais velhos é explicado pela escassez de medidas governamentais na propagação de informações  sobre os traumas e doenças gerados nos idosos, pelo abandono.

Ademais, é fundamental apontar que o Art. número 5 da Constituição Federal garante que ``todos são iguais perante a lei, sem qualquer distinção´´. Infelizmente a falta de empatia com os anciãos não garante o que é exposto na lei, já que o descuido com os mesmos é uma prova de desrespeito e desigualdade. Logo, é inadmissível a perduração desse cenário

Por conseguinte, faz-se necessário que medidas sejam tomadas visando o combate ao abadono de idosos no Brasil, como: criação de campanhas socioeducativas, pelo Governo Federal- Poder Executivo no Âmbito da União- nas escolas e universidades brasileiras, a fim de promover  uma conscientização coletiva acerca de como se tratar os pertencentes à terceira idade e rodas de conversa que debatam sobre a empatia e respeito com o próximo, em especial àqueles que precisam de uma atenção maior. Somente assim o que é proposto na Const. Federal, no que tange aos direitos a uma  velhice saudável será efetivado.