Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 30/06/2021
Embora a Constituição Federativa de 1988 assegure o acesso à segurança, percebe-se que, na atual realidade, não há o cumprimento dessa garantia principalmente no que se diz a respeito ao abandono de idosos em questão no Brasil. Nesse aspecto, o silenciamento estatal, falta de investimento governamental e necessária intervenção.
Dessa forma, a falta de informação sobre um país que abandona as pessoas que têm mais sabedoria - os idosos - é um desafio presente. Sob essa ótica, Djamila Ribeiro - filósofa brasileira - explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, há um silêncio governamental na sociedade hodierna, visto que pouco se fala referente ao descaso ao mais velhos nas mídias de massa e escolas, que gera desinformação da maioria dos brasileiros. Logo, urge tirar esse problema da invisibilidade como descreve a pensadora.
Vale ressaltar, ainda, os idosos, mesmo sendo os responsáveis por construir uma nação, são os que têm menor valor para as autoridades. Para Balman - sociólogo contemporâneo - os valores foram colonizados pela lógica de mercado. tal contestação, é nítida pela falta de investimento da aplicação de leis que garantam a proteção e segurança dos idosos que são visualizados como inúteis. Nesse triste cenário, é essencial ultrapassar esses paradigmas, que, infelizmente, prejudicam diversas pessoas.
Torna-se evidente, portanto, o abandono de idosos é um entrave que não terá mais a mudez do Estado. Sendo assim, cabe ao governo federal - agente social responsável pela manutenção das mazelas na sociedade brasileira - iniciar projetos para ampliar aplicabilidade da legislatura, por meio de verbas governamental, com a finalidade de extinguir esse problema da pátria. Assim, essas medidas não são capazes de transformar o Brasil em sua totalidade, mas acaba com algumas feridas.