Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 08/07/2021

No Japão e China os idosos são vistos como pessoas sábias e dignas de respeito, essa perspectiva positiva em relação aos idosos deveria ser mais popular e levada e sério em mais partes do mundo, pois assim alcançariamos o maior respeito e valorização dessas pessoas, desse modo, discutindo e descobrindo formas de diminuir a questão de abandono de idosos na contemporaneidade.

A falta de informação e conscientização sobre o envelhevimento é um grande obstáculo sobre esse tema de abandono, pois às vezes os parentes próximos acreditam que eles ainda podem se cuidar sozinhos como uma pessoa jovem faz, porém, com a idade existe um aumento nas dificuldades de realizar determinadas atividades até das mais relativamente fáceis as mais difíceis. Esse também é um exemplo de caso de abandono única diferença é que não se faz com intenção de abandonar.

A deshumanização que se faz com os idosos por algumas famílias exerce um impacto devastador na vidas desses idosos, a empatia, amor, respeito e valorização que são deixados de lado no momento do abandono faz com que os idosos desenvolvam diversas doenças psiquicas e

consequentemente desenvolvam também doenças físicas e falhas no sistema imulógico, sem falar nos casos de suicidio na velhice que apesar de não muito comentado é de fato comum como podemos ver nos dados do Ministério da Saúde, divulgados em 2018, apontam para a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos.

É evidente, portanto, que ainda há dificuldades para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um país melhor para toda a população. Dessa forma, o Estado deve criar leis e garantir seu devido cumprimento, além de dar a punição adequada para quem abandona  e/ou negligência as necessidas desses idosos. O Estatuto do idoso pode investir em campanhas de conscientização sobre o envelhevimento através da mídia, incentivando a empatia e respeito por essa fase da vida, visando assim pela resolução do problema.