Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 02/08/2021

Até 2025, segundo a OMS, o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos. Diante disso, a Nação brasileira precisa orientar as pessoas mais velhas para se prepararem para terceira idade, além dos filhos e netos para o envelhecimento de seus entes. Sendo que as principais causas do abandono de idosos são as condições econômicas e o descuido com a saúde.

A princípio, a condição econômica é um fator determinante. Visto que a população brasileira não tem educação financeira na juventude. Nessa perspectiva, segundo dados do Estudo Longitudinal de Saúde de Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), cerca de 75% dos idosos brasileiros dependem apenas do Sistema Único de Saúde SUS. Por conseguinte, essa faixa etária da população precisa ser preparada para velhice.

Além disso, o descuido com a saúde é outro fator de risco, haja vista que essa negligência pode acarretar na falta de mobilidade e autonomia no futuro. Outrossim, a revista cientifica sobre medicina “The Lancet” publicou, em 2017, uma lista com fatores de risco de demência potencialmente modificáveis, os quais são: menor nível educacional, hipertensão, tabagismo, obesidade, depressão, sedentarismo, baixo contato social e consumo excessivo de álcool. Diante do exposto, as demências como Alzheimer, mal de Parkinson -a quais atingem mais os idosos-, são as que mais incapacitam pessoas no mundo.

Portanto, O governo brasileiro deve combater o abandono de idosos. Para isso, o Ministério da Saúde pode realizar campanhas publicitárias, nas quais constem dicas para os idosos, de como se precaver para o envelhecimento, por exemplo, educação financeira, cuidados como saúde e direitos. Além do mais, as campanhas também podem reforçar para as pessoas que abandono de idosos é crime, como também informar as implicações éticas e morais. Essas campanhas podem ser divulgadas nas redes sociais pelo próprio setor de publicidade do órgão. Dessa forma, atingiriam um grande número de pessoas.