Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 27/08/2021

Embora a Constituição Federal de 1988 assegure o acesso a uma vida plena como direito de todos os cidadãos, percebe-se que, na realidade brasileira, não há o cumprimento dessa garantia, principalmente no que diz respeito ao abandono de idosos, sendo responsável por transgredir a ordem e o progresso. Nesse viés, torna-se crucial analisar a desinformação do tema e a omissão do Estado.

Nesse perspectiva, é imperioso notar que a falta de informação sobre o abandono de idosos é um desafio presente no problema. Sob essa ótica, é pertinente referenciar o filósofo grego Platão, que, em sua criação artística “A República”, narrou o intitulado “Mito da Caverna”, no qual homens, acorrentados na caverna, viam somente sombras nas paredes, e acreditaram, assim, ser a única realidade. Analogamente, os brasileiros, sem acesso aos conhecimentos da relação de abandono com os idosos, entendem que esse trágico contexto é impar conjuntura. Logo, o desconhecimento das informações do desdém com os mais velhos na contemporaneidade projeta imagens ilusórias na “parede da civilização brasileira”.

Outrossim, a indiligência governamental potencializa o retrocesso na resolução do abando com a população idosa. Ademais, na obra “Os Bruzudangas”, o pré-modernista Lima Barreto já expunha que os entraves da nação estão intrínsecos na ausência das cláusulas constitucionais. Hodiernamente, tal contestação é produtiva no que tange ao descompromisso das autoridades estatais na aplicabilidade do bem absoluto que é prometido pela legislação brasileira, mas infringido pelo descaso com os mais sábios, os idosos, visto que essa lesão urge por uma intervenção.

Portanto, medidas devem ser promovidas para o bom funcionamento do país. Destarte, o Congresso Nacional deve cria projetos de aplicação de leis, por meio de fundo estatais, com a finalidade de acabar com o acobertamento das mazelas sociais e inadvertência do Estado. Dessa forma, esse projeto contará com propagandas para promoção de informações e campanhas públicas para advertência dos erros. Então, essas práticas levam para a idealização da pátria brasileira criada por Lima Barreto.