Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 01/10/2021
o Artigo 6 da Constituição Federal de 1988 prevê alguns direitos imprescindíveis à vida, tais como: a saúde, a segurança, a moradia e a dignidade. Contudo, no atual âmbito social, os idosos não desfrutam dessas garantias constitucionais , haja vista os que sofrem de abandono. Com o aumento da expectativa de vida da sociedade brasileira, a ausência de preparação e organização, gera impecilhos como o crescimento do número de idosos em asilos e a escassez de uma poupança para assegurar uma velhice.
Em primeira via, com o avanço da medicina moderna, a qualidade de vida no Brasil melhorou consideravelmente, haja visto que a globalização foi um dos principais fatores para tal situação. Com isso, a expectativa de vida brasileira em 2021 aumentou para 77,8 anos, o que, comparado com 2013, que era 74,8 anos. Devido ao conteúdo apresentado anteriormente, número atual de idosos no Brasil já ultrapassa a marca de 30 milhões, o que representa 14,6% da população do país, então é notório o aumento de pessoas da terceira idade convivendo com a sociedade atual.
De segunda instância, o uso de tecnologia avançada gera custos mais altos, o que consequentemente ocasiona em uma despeza grande, como é o caso de hospitais modernos que usufruem de equipamentos avançados e medicamentos caros. Devido ao alto valor imposto, muitas famílias não têm condições para manter uma pessoa idosa, então o que, segundo elas, o mais viável é colocar em um asilo. Portanto, o Brasil não auxilia esses lugares, já que apenas 6,6% dessas instituições para idosos são públicas.
Diante disso, o Governo Federal junto de ONG’s poderiam auxiliar instituições para prevenir desorganização em asilos, como a falta de vagas nos filantrópicos e públicos e a disponibilização de verba para a construção de novas instituições para idosos e na reforma dos já existentes.