Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 08/10/2021

Na obra ‘‘Utopia’’, do escritor inglês, Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social pradroniza-se pela ausência de conflitos e vicissitudes. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o abandono de idosos apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. esse cenário antagônico é fruto tanto do descaso estatal, quanto da má influência midiática. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da nação.

Precipuamente, é fulcral pontuar que o abandono de idosos deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, o descaso estatal tem como consequência, a falta de importância com esse problema. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar a má influência midiática como promotor do problema. A mídia não da atenção ao problema. Partindo desse pressuposto, o abandono de idosos não é comentado nas mídias. Tudo isso ratarda a resolução do empecilho, já que a má influência midiática contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar o abandono de idosos, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Estado, será revertido em campanhas, através da mídia. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da problemática, e a coletividade alcançará a Utopia de More.