Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 18/11/2021

A Constituição Federal Brasileira declara que a família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida. No entanto, o abandono de idosos em questão na contemporaneidade não condiz com essa prerrogativa. Nesse contexto, não há dúvidas de que essa situação é um problema social, a qual não só se deve à ineficácia do Estado, como também o desamparo familiar.

Vale destacar, de início, que um dos fatores para essa questão é a ineficácia do Estado. Isso por que a falta de projetos que reforçam os cuidados prolongados e a assistência na velhice comprometem o amparo das pessoas idosas em escala nacional. Isso se explica porque apesar da Constituição garantir o bem-estar das pessoas idosas, a má gestão dos recursos públicos e a corrupção comprometem a qualidade dos serviços de amparo ao idosos, ocasionando dessa forma, o abandono do idoso.

Além disso, o desamparo familiar é um dos grandes impulsionadores para essa problemática, visto que a família também tem responsabilidade com o idoso. Todavia a realidade é outra em alguns casos, como: o abandono de idosos em casas de saúde, a submissão à condições desumanas ou degradantes, não satisfação de necessidades básicas do idoso, apropriação ou desvio de bens, entre outros.. . Além do abandono do idoso ser algo imoral é também ilegal levando ao indivíduo que comete esse delito até anos de prisão.

Enfim, tendo em vista garantir o bem-estar e dignidade humana aos idosos, governo atrelado ao Ministério de Desenvolvimento Social deve promover projetos que amparem de forma efetiva o bem-estar aos idosos, por meio da criação de casas de repouso e cuidados prolongados. Outro ponto é o papel da familia que deve promover os cuidados necessários, amor e zelo com a vida do idoso. Dessa forma, o idosos terão seus direitos garantidos na prática, de acordo com a Carta Magna.