Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 17/08/2022

Nos últimos anos tem havido um crescimento substancial na população de idosos no Brasil e no mundo. Já não é surpresa que alguns países, geralmente eu-ropeus sofrem com o envelhecimento de suas populações, advindo dos avanços da medicina e do aumento da expectativa de vida. Entretanto, há questões mais urgentes a serem solucionadas, como o crescente abandono dessa população em casas de repouso ou asilos, cabendo o Estado e ao corpo social propor medidas que amenizem os impactos sociais causados ou mesmo que resolvam à questão.

De modo geral, o envelhecimento populacional é algo que tem colocado o mundo inteiro em alerta. Problemas relacionados ao aumento da expectativa de vida são comuns nesse grupo, a dificuldade em oferecer qualidade de vida associada ao um precário e defasado sistema previdenciário global leva aos governantes locais deixarem de lado tais urgências corroborando com o esquecimento e abandono dessa parcela social. Ademais, para as economias locais os gastos com idosos se tornam uma despesa a mais, que deve ao máximo ser evitada.

Outrossim, vale destacar o abandono afetivo em que se atribuem a instituições de longa permanência como por exemplo, os asilos cuidados aos membros da terceira idade. A alegação principal é a possibilidade de ofertar aos mais velhos melhores oportunidades de cuidados e consequentemente, menos trabalho para os familiares. No entanto, em alguns casos, se não muitos, os pacientes sequer conseguem manifestar o interesse em ir ou não para um casa de repouso, sendo assim, considerado abandono de incapaz com pena prevista em lei de 6 meses a 3 anos de reclusão.

Portanto, medidas são necessárias para resolver à questão. Inicialmente deveria haver uma convenção anual como os representantes de cada país como o intermédio da ONU (Organização das Nações Unidas) de modo, a reformular o sistema previdenciário vigente tornando a obtenção do benefício mais simples, assim como melhorar a oferta por saúde, lazer e segurança. Além disso, tornar a entrada de idosos em instituições de longa permanência algo digno de extrema necessidade de modo, a garantir a integridade física e moral dos pacientes.