Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 16/09/2023
De acordo com o IBGE o envelhecimento da população brasileira aumentou entre 2022 e 2012, enquanto há uma menor porcentagem de jovens na pirâmide etária nesse mesmo período. Embora haja esse crescimento da população mais velha, o Brasil enfrenta dificuldades para lidar com essa faixa etária, visto que o abandono de idosos e a falta de garantia do direito deles é algo ainda comum no país.
Primeiramente, a consequência do abandono de idosos no Brasil é a solidão por parte da parcela mais velha da população. Prova disso, é o filme norte-americano “Estou pensando em acabar com tudo”, no qual o personagem principal cria uma namorada imaginária, já que era desprezado por todos e sentia-se invisível. Assim, da mesma maneira que nos EUA, no Brasil, a pessoa idosa é ignorada e sofre um preconceito etário por não ter as mesmas forças da sua juventude, fazendo com que fique sozinha na velhice.
Além disso, a família dos idosos deve efetivar o direito à vida, à saúde, à alimentação, à dignidade, a respeito e à convivência familiar e comunitária. De acordo com o Estatuto do Idoso, a família, a comunidade, a sociedade e o poder público tem como obrigação garantir essas coisas a pessoa idosa. Se esse direito fosse alcançado, na velhice, as pessoas seriam mais respeitadas e não seriam abandonadas e nem excluídas da sociedade.
Logo, cabe ao Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) o dever de garantir que os direitos dos idosos sejam defendidos, a fim de que as pessoas idosas sejam incluídas no convívio familiar, comunitário e na sociedade, como um todo. Por meio da conscientização da população brasileira, utilizando de palestras, eventos e informes televisivos. Bem como, cabe a Secretária da Educação o dever de incentivar os estudantes a respeitá-los, para que haja mudanças na consciência das pessoas sobre a velhice.