Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 23/10/2023

A constituição brasileira determina que todos os cidadãos possuem direitos iguais. Entretanto, ao analisar o abandono de idosos na contemporaneidade, nota-se o descumprimento desse princípio constitucional Isso por que existe uma erronia idealização sobre a velhice, e no abandono dos idosos, aspecto que evidencia grandes falhas sociais.

Nesse sentido, a fundadora do movimento Panteras Cinzas, Maggie Kuhn afirma que “Existem seis mitos sobre a velhice: a) Que é uma doença, um desastre; b) Que somos estúpidos; c) Que somos capazes; d) Que somos inúteis; e) Que somos impotentes; e f) Que todos somos iguais.” Através da visão da intelectual, vemos como os idosos são colocados como impotentes e incapazes perante ao meio social. O que gera uma regressão na tentativa de evoluirmos como nação.

Ademais, A contemporaneidade é marcada por mudanças significativas na dinâmica familiar e social. A falta de estruturas de apoio social adequadas e o envelhecimento da população agravam ainda mais o problema. As consequências do abandono de idosos são profundas e preocupantes, já que eles podem sofrer de negligência em relação à sua saúde e bem-estar. Além disso, o abandono de idosos reflete uma falha moral em nossa sociedade, onde os mais vulneráveis são tratados com indiferença.

Portanto, é fundamental buscar soluções eficazes para a problemática. Primeiramente, a conscientização sobre a importância do respeito e cuidado com os idosos deve ser promovida, isso deve ser feito através das famílias dos idosos, que devem ser incentivadas a manter laços afetivos e oferecer suporte a eles, não abandoná-los. Alem disso, outra ação que promover a igualdade é os acessos a serviços de saúde, moradia e programas sociais que visem a inclusão e a proteção dos idosos, ato que deve ser promovido através do governo. Somente através da conscientização, empatia e ação coletiva podemos esperar garantir um futuro mais digno e humano para nossos idosos na contemporaneidade.