Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 06/05/2024

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2039, no Brasil, haverá mais idosos do que jovens, porém essa realidade não se restringe apenas aos brasileiros. Diversas são as nações que se encontram em uma situação de envelhecimento populacional e com essa conjectura surge o problema do abandono de idosos que, entre diversos fatores viciosos, se agrava quando o próprio Estado, através de seus políticos, omite-se em combater essa problemática abandonando suas população envelhecida.

Indubitavelmente, com o aumento da longevidade dos seres-humanos novos desafios surgiram para os administradores públicos perante uma população mais idosa, que necessita de maiores cuidados e planejamento para que tenham uma vida digna. Diante disso, tornou-se necessário ratificar tratados e tipificar leis que fossem eficientes em consolidar os direitos jurídicos e legislativos aos longevos. Todavia, na realidade, é observado que alguns dos responsáveis por introduzir garantias no poder constituinte de seus países se recusam a cumprir seus deveres constitucionais  e, praticamente, desdenham dessa parcela da população que representará a maioria no futuro de suas Nações.

Comprovadamente, esse desdenho político é perceptível quando se observa atitudes de diversos políticos. Durante a pandemia de Covid-19, no Brasil, a então deputado estadual naquela época, Janaina Paschoal, cogitou que em uma situação de extrema emergência fosse optado pelo tratamento de saúde dos jovens em relação aos idosos. Com isso, é evidenciado um abandono dos idosos pelo Estado através de alguns dos representantes da vontade do povo que desprezam os idosos, e toda essa situação influencia diretamente na garantia dos direitos dessa classe de indivíduos prejudicando a consolidação leis e benefícios.

Portanto, para enfrentar esse problema do abandono dos idosos, é necessário que a população eleja políticos que se importem com as pautas e direitos dessa classe social, além de cobrar o cumprimento dos deveres constitucionais da parcela de políticos que apresentam alguma resistência para que a geração atual não tenha que enfrentar esse problema no futuro.