Abandono de incapaz em questão no Brasil

Enviada em 26/02/2021

Segundo dados do portal G1,no ano de 2015 houve mais de 49 mil denúncias sobre o abandono de crianças no Brasil.De certo,este alto índice se dá pela gravidez precoce dos jovens brasileiros,devido a falta informação vinda das escolas,outro fator que corrobora para esse entrave é a inércia do governo.

Em primeira análise,pode-se destacar a escassez de aulas e professores de educação sexual no ensino básico tupiniquim.De acordo com pesquisa feita pelo site nova escola,menos de 20% das escolas públicas brasileiras têm educação sexual ampla e contínua no Ensino Fundamental,desse modo,acarretando gestações inesperadas e indesejáveis.Como consequência,esses adolecentes por falta de instrução e condições necessárias para se criar um filho,acaba vendo o abandono de seu incapaz como única alternativa.

Outrossim,vale ressaltar também o desprovimento do governo no que tange essa problématica.Inegavelmente,o Brasil não conta com organizações que tenham os recursos necessários para o acolhimento de crianças abandonadas,como ongs e lares de adoção suficientes.Sob esse viés,vale citar o pensamento do filósofo Friedrich Hegel,‘‘o estado deve proteger seus filhos’’,porém,ao analisar a atual conjutura nacional percebe-se que esse pensamento não posto em prática,visto que entidades governamentais permanecem inertes.

Dessa maneira,fica claro que o abandono de incapaz deve ser tratado com mais atenção.Destarte,urge ao Ministério da Educação,a criação de aulas sobre educação sexual,por meio da inclusão dessa matéria na Base Nacional Comum Curricular,para que assim,os jovens tenham informações e o preparo necessário para se evitar gravidezes acidentais.Ademais,cabe ao governo a construção de instuições para adoção de crianças que foram abondonadas,isso deve ser feito por intermédio de verbas governamentais e parcerias com ongs de adoção,para dessa forma proteger todos seus filhos,como pensava Hegel.