Abandono de incapaz em questão no Brasil
Enviada em 04/09/2021
Na obra “Utopia”, do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padronizasse pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade atual é o oposto do que o autor prega, uma vez que o abandono de incapaz apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto não só da má influência midiática, mas também da ausência de de medidas governamentais.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a má influência midiática como um dos complicadores do problema. Conforme o filósofo Pierre Bourdie, oque foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Nessa perspectiva, pode-se observar que a mídia, em vez de promover debates que elevem o nível de informação da população, influência na consolidação do empecilho, tratando o abandono de incapaz de forma silenciada. Dessa forma, contribuindo para a persistência da controversa.
Outro ponto relevante, nessa temática, é a a ausência de medidas governamentais. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo Jonh Locke, configurar-se como uma violação do " Contrato Social", já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança. Por consequência, nos distanciando de alcançar uma sociedade onde o abandono de incapaz não seja mais um obstáculo.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Sendo assim, é necessário que a SECOM ( Secretária Especial de Comunicação Social) crie a hastag “fim do abandono de incapaz”, que consistirá na publicação de vídeos que alertem a situação em questão, por meio de suas redes sociais, incentivando internautas a participar da da hashtag, a fim de dar mais visibilidade a problemática. Acrescenta-se que o governo tome medidas solutivas em relação o transtorno para a concretização dos planos de More. Feito isso esperasse que o abandono de incapaz seja atenuado.