Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 31/08/2019
A questão da gravidez na adolescência está ligada à falta de informação sexual, que, em muitas vezes, vem da ausência de diálogo entre pais e filhos e/ou excassez do governo em relação a educação sexual, já que os adolescentes estão se tornando ativos às relações sexuais cada vez mais cedo, embora tenha havido uma redução de gestações entre as jovens do país, ainda é um fator preocupante.
Primeiramente, a vergonha, a não conversa com os filhos sobre determinados assuntos, como o sexo, podem ser motivos para a falta de comunicação entre parentes, fazendo assim, com que garotos e garotas busquem respostas para suas dúvidas com pessoas de “fora”, outros jovens, na internet, e assim, obtendo informações erradas e sem solidez e segurança.
Outrossim, seria a falta do ensino sexual nas escolas para os adolescentes, que desde cedo, por volta dos 12 anos, deveriam receber um auxilio sobre o assunto, para, desde cedo, já terem noção dos riscos que correm sem os mecanismos contraceptivos, que vai de DST’s (Doenças Sexualmente Transmissíveis) até uma prenhez indesejável.
Segundo o Ministério da Saúde, em dez anos, de 2005 à 2015, as taxas de gravidez na adolescência obtiveram uma queda de 17%, porém, o Brasil ainda é um dos países com alto índice de gravidez precoce, principalmente entre jovens de 15 e 19 anos, renda baixa e de periferias.
Sendo assim, o Sistema Governamental Federal junto ao Ministério da Saúde, devem aplicar investimentos mais pesados de conscientização, prevenção e combate a gestação precoce, por meio de postos de saúde, visitas às residências para saber como anda a questão desses assuntos entre a família e ajudar em algum aspecto que necessita de atenção, assim como nas escolas dar o devido ensino aos estudantes com palestras e relatos das dificuldades apresentadas por quem enfrentou essa situação; do mesmo jeito que preparo para os professores, pois quando necessário, poderão assistir seus alunos.