Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 28/08/2019
De acordo, com a Constituição Federal de 1988, é dever do Estado fomentar saúde para todo cidadão. Contudo, essa lei não é praticada de forma efetiva no Brasil, tendo em vista que o aumento de gravidez na adolescencia, esta relacionada com o descaso da saúde em ações que visem a prevenção. Soma-se a isso, a omissão da familia em discutir o assunto. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequencias de tal postura negligente.
De acordo com dados do Ministerio da Saúde, nasceram 534.364 crianças de mães com idades entre 15 e 19 anos. Analogamente, o descaso do Estado em promover propagação da educação sexual entre os adolescentes, visando uma maior conscientização para que a prevenção seja de fato mais eficaz, resulta em inumeros fatores, como, a gravidez precoce e doenças sexualmente transmissiveis. Diante do exposto, tal falha, reflete negativamente na sociedade.
Faz se mister, ainda, salientar, que por ser considerado um tabu, informaçoes sobre o sexo e suas consequências são poucas propagadas, principalmente no nucleo familiar, tal falta de dialogo entre os pais e filhos, resulta em um jovem desinformado sobre a sexualidade, colocando esse em um estado de desinformação.
Torna-se evidente, portanto, que o Estado por meio do Ministério da Saúde, incentive programas educativos em escolas, visando disseminar informaçoes sobre o sexo e suas vertentes, de modo que o jovem esteja mais suscetivel a se prevenir. Cabe, ainda, a família maior participação na vida sexual dos filhos por meio do dialogo, para que esses tenham mais responsabilidade sexual. Dessa forma, sera possível alcançar uma sociedade mais engajada na saúde publica.