Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 29/08/2019

No filme “Juno” mostra a história de uma jovem menina que engravida do seu amigo de classe aos dezesseis anos e consequentemente pensa na ideia de abortar,pois não tem nenhum preparo financeiro e psicológico para se tornar mãe.Apesar de ser uma obra fictícia,a trama reflete bem a realidade brasileira,na qual é o pais onde a gravidez na adolescência está acima da média,segundo a OMS(Organização Mundial Da Saúde).Relevando assim uma porcentagem alarmante e que o problema vai além das telas de cinema.

Em primeira análise,vale ressaltar que tal realidade causa sérios danos na vida das jovens,uma vez que “discutir” sobre educação sexual ainda é visto como um tabu e como resultado,põe em risco a vida delas.Além disso,outros empecilhos,como o risco de seus filhos terem uma saúde frágil e possivelmente cair na pobreza,as quais resistem com problemas durante a gravidez e a dificuldade de se ingressar em um mercado de trabalho,de acordo om o G1 também são obstáculos enfrentados pelas gestações precoces.

Dentre os inúmeros motivos que levam a esse cenário no Brasil,há a indiferença do governo,visto que não se tem mostrado um peso no que se refere a visibilizar a importância da educação sexual e medidas para diminuir casos de gravidez na adolescência relacionado,a falta de conhecimento da maioria dos jovens sobre métodos preventivos,por meio de expansão de palestras e também a falta de preservativos,vacinas e medicamentos dispostos em postos de saúde fortalece a inércia dos fatos mostrados no texto.

Portanto,como diz o sociólogo Aristóteles, a politica deve agir de modo que por meio da justiça,o equilíbrio seja alcançado na sociedade.Logo,o governo federal atado ao ministério da saúde deve destinar mais verbas para maior abundância de preservativos em postos de saúde,afim de facilitar o acesso.Dessa forma,com a ajuda dos pais e ações governamentais,será possível combater casos como o da jovem Juno.