Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 31/08/2019

Atualmente,a gravidez na adolescência é um dos problemas mais recorrentes e ignorados no país.Mesmo com os meios de comunicações e métodos contraceptivos o Brasil tem 68,4 bebês nascidos de mães adolescentes,a cada mil meninas de 15 a 19 anos, segundo o relatório da ‘‘Organização Mundial da Saúde’’.

Muitos fatores ajudam no crescimento desse número, como questões educacionais,sociais e familiares.Lembrando que os índices são ainda maiores em regiões da baixa renda e escolaridade.Outro fator importante é o mal uso de métodos contraceptivos, ainda que os jovens tenham acesso a informações,os mesmos acabam optando pelo não uso ou ate mesmo não sabendo se prevenir.

A gestação precoce tem um forte impacto socioeconômico, quando uma muitas dessas mães acabam abandonando a escola e acabam tendo uma dificuldade maior para conseguirem se inserir no mercado de trabalho.É importante salientar problemas físicos e psicológicos que podem acompanhar essas mães tal como anemia,aborto natural,prematuridade do bebê e em muitos casos a morte da própria gestante.Isso ocorre porque muitas dessas garotas acabam escondendo a gravidez sendo assim não fazendo todo o acompanhamento e o pré-natal que deviam.

Torna-se evidente que é necessário políticas efetivas,não só para a prevenção mas também apoio as que já se encontram nessa situação.Aos três poderes cabe implementar medidas que visem a saúde física e psicológica das gestantes com um acompanhamento durante e depois da gravidez e assim garantindo o direito dessas mulheres.E para a prevenção pode-se oferecer palestras em instituições de ensino sobre educação sexual principalmente em regiões onde os índices são mais altos.Visando uma sociedade melhor pra todos.