Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 03/09/2019

A Conjuração Baiana (1798), foi uma revolta social de caráter popular, na qual a população lutavam contra o abandono da região pelas autoridades. Entretanto, quando se observa a questão da falta de ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência, é verificado que não houve mudanças significativas em relação a prestação de serviços para a população carece e a problemática persiste no país. Nesse contexto, percebe-se um grave problemas de contornos específicos o qual ocorre devido não só falta de comunicação, mas também pela insuficiência de atendimento especializados.

Primeiramente, convém analisarmos as consequências da falta de informação sobre a gravidez na adolescência. Segundo o educador Paulo Freire, quando o conhecimento não é libertador, o sonho do oprimido é sempre opressor. Nesse sentido, embora o tema em questão seja conhecido e difundido em escolas e nos ambientes familiares, ainda assim, a informação vem acompanhado com o tabu, uma vez que a sexualidade na juventude, principalmente as das meninas é oprimida corroborando para a continuidade da problemática.

Outrossim, evidencia-se a falta de acesso aos postos de saúde. Consoante o filósofo Rousseau, o homem é produto do meio em que vive. Nessa perspectiva, a falta de atendimento especializados voltado para o público jovem, em especial os carentes, consolida para o aumento de incidência de gestação entre as jovens, visto que as autoridades não dispõem os recursos para estas, tais como atendimento nas comunidades, agilidade nas marcações de consultas, acesso a outros contraceptivos, entre outros. Logo, uma mudança nesse cenário é imprescindível para ultrapassar as barreiras que regem essa problemática.

Mediante o exposto, fica claro que medidas são necessárias para resolver esse impasse. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde por meio de repasses de verbas feita pelas autoridades para a construção de Unidades de Básicas de Saúde em comunidades e também para a contratação de profissionais da saúde, a fim de que os adolescentes tenham mais facilidade aos postos de atendimento, com finalidade de promover maior agilidade nas consultas médicas. Ademais, imcube ao Ministério da Educação incerir nas grades curriculares disciplinas voltadas a saúde sexual, que contarão com a participação dos pais e do corpo social, por meio de palestras, com intuito de promover o acesso ao conhecimento, e consecutivamente, conscientizar os jovens a se prevenirem. Assim, a taxa de gravidez na adolescência será atenuada, e lutas como a da Conjuração Mineira não será mais necessárias.