Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 03/09/2019
Um assunto sério e delicado de ser tratado é a gravidez na adolescência, pois as jovens que estão nessa fase têm um certo receio de tratar sobre o assunto, o que impede o conhecimento e discernimento de tais.
As chances são maiores em famílias de baixa renda, áreas rurais, e periferias. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de cada cinco bebês que nascem, um tem a mãe com idade entre quinze a dezenove anos, o que nos retrata a uma grande parte das jovens adolescentes. As mães adolescentes muitas das vezes não conseguem conciliar entre ser mãe e os estudos, assim acabam largando a escola, o que agrava ainda mais a situação, tornando mais difícil ter uma vida melhor e proporcionar uma vida melhor para seu filho.
Existe também a falta de preparo dessas mães precoce, pois cerca de vintes por cento da mortalidade infantil no Brasil, decorrem do óbito precoce de bebês nascidos de mães entre quinze a dezenove anos, pois que muitas das vezes não sabem lhe dar com certa situação, assim podendo pular etapas importantes de uma gravidez, e trazer riscos para si mesma, ou seu futuro filho (a), sendo que seu corpo não está completamente preparado para gerar ,e dar a luz a um filho.
Deveríamos quebrar essa barreira que impede o conhecimento, e a aprendizagem, com o assunto sendo tratado mais vezes nos ambientes propícios, criando um projeto de pelo menos uma aula de educação sexual por semana nas escolas, a partir dos alunos com quinze anos, especialmente as meninas, ter campanhas em redes sociais para que os pais conversem mais com seus filhos sobre o assunto, e distribuição de preservativos aos pais, para que eles deem aos seus filhos (a). Assim acredito que diminuiria bastante o índice de jovens adolescentes gravidas, e levaria conhecimento a elas.