Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 29/08/2019

Século XXI e a gravidez precoce

Desde os Tempos de nossos avós e bisavós, a gravidez na adolescência tem sido algo comum, mas atualmente é encarada de forma preocupante, isso porque a gestante tem seu futuro comprometido e o seu filho também.      Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil teve 68,4 bebês nascidos de mães adolescentes a cada mil meninas de 15 a 19 anos, dentre os anos de 2010 e 2015. Esses dados causa preocupação, uma vez que essas meninas interrompem seus estudos por um período ou às vezes para sempre, e como disse Immanuel Kant “O ser humano é aquilo que a educação faz dele.” No século XXI geralmente as expectativas de futuro da mulher são em torno da realização profissional, e com a vinda de um bebê tudo muda, porque ele necessita de cuidados em tempo integral.

Vale ainda lembrar que o fruto de uma gravidez precoce tem grandes chances de ter um futuro sem grande êxito, tendo em vista que a sua mãe não pôde dar uma estrutura melhor e nem o seu pai que muitas vezes não se responsabiliza. A história tende a se repetir, meninas grávidas e meninos no mundo do crime, um transtorno social, que atinge todos os próximos.

Diante do exposto, é necessária a intervenção do MEC, criando palestras nas escolas ou uma matéria no currículo escolar com a finalidade de explicar a importância dos métodos anticoncepcionais. As escolas podem estar criando reuniões com os pais para o incentivo de conversarem com os filhos sobre esse tema. E por fim o MEC disponibilizar uma plataforma digital de informações sobre sexualidade no período da adolescência.