Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 29/08/2019
Muito se discute sobre a gravidez na adolescência, porém medidas para reduzi-la não são abordadas. A gravidez precoce tornou-se um problema público e de saúde exigindo ações preventivas do governo. Adolescentes nessa situação estão expostos a vários riscos, mas também precisam de orientação para evitar essa situação.
Em uma primeira análise, é importante ressaltar a situação de perigo que essas adolescentes podem enfrentar. A precocidade com que o contato sexual está acontecendo entre os jovens pode gerar, além de uma gravidez indesejada, o desenvolvimento de diversas doenças. Sífilis, AIDS e outras DSTs podem ser transmitidas por jovens, que por falta de informação adquirem essas enfermidades e, em alguns casos, há a transmissão aos seus descendentes.
Outro aspecto a ser abordado é a falta de maturidade de alguns adolescentes. Os números de mães jovens está caindo de forma sucinta, de acordo com dados do IBGE, mas não diminui a importância de ser debatida. Com isso, torna-se necessário medidas preventivas partidas do Governo para amenizar a situação. Informação, orientação e educação são fundamentais para resolver esse problema e essas ações podem ser iniciadas pelo poder público.
Em virtude do fatos mencionados, fica evidente, portanto, que há a necessidade de ação do governo. A união entre família, escola e poder público é o ponto chave para o controle da situação. Palestras e orientações sobre educação sexual, sexualidade e métodos contraceptivos à crianças e adolescentes em escolas, hospitais e espaços públicos, com a participação de professore, psicólogos, médicos e outros especialistas vão diminuir drasticamente a gravidez precoce.