Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 30/08/2019
No filme “Simplesmente Acontece” Rosie e Alex são grandes amigos, mas que têm seus caminhos traçados de formas diferentes; ele consegue uma bolsa de estudos e passa a estudar fora, e ela tem seus planos pausados por uma gravidez indesejada. Fora da ficção não é diferente, no Brasil, inúmeras adolescentes engravidam cedo, principalmente por dois fatores: familiares e a falta de acesso à educação sexual. Nesse sentido, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.
Hodiernamente, ocupando a sétima posição dos países que mais têm filhos nascidos de mães adolescentes, seria racional acreditar que nossos governantes sabem a importância da educação sexual dentro das escolas. Segundo o site “Politize”, a Holanda trata a educação sexual como algo normal e tem um dos mais baixos índices de gravidez na adolescência. Ou seja, ela está atrelada a importância de não passar por situações indesejadas, como DSTs e a gestação sem planejamento, o que para a ministra Damares Alves, trata-se de erotização sexual.
Nesse sentido, tantos pubescentes não sabem a quem recorrer para buscar orientação e prevenção. Faz-se mister, salientar, como impulsionador do problema, a barreira que as famílias impõem sobre certos assuntos. Uma pesquisa divulgada pelo “O Globo”, aponta que 41% dos jovens não conversam sobre sexo com os pais. Esse fator, assim como muitos outros, colaboram para a listagem de púberes gestantes.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. É forçoso que o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, juntamente com as escolas, façam a praticabilidade da educação sexual nas instituições, fazendo a distribuição de preservativos e palestrando para os alunos no intuito de conscientizá-los na transcendência de se proteger. Ademais, é essencial orientar os pais sobre à necessidade de dialogar com seus filhos. Com isso, espera-se promover melhora nesse setor.