Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 04/09/2019

A realidade retratada na longa-metragem “Juno” mostra a vida de uma adolescente que engravidou aos 16 anos, além disso, traz as dificuldades no desenvolvimento psicossocial e a convivência no âmbito escolar. Para além da abordagem, a gravidez indesejável, que predomina em uma determinada classe social, é existente entre jovens brasileiros. Este fato conduz à consequências tanto individual quanto coletivo sendo necessário medidas governamentais para  minimizar este impasse.

Com efeito, vale ressaltar os prejuízos no rompimento da infância destes indivíduos.Com reflexo histórico, a antiga Roma tinha como costume casamentos precoces consequentemente gestações previas. Esta antecipação marcada ao decorrer dos séculos gera alterações tanto físicas, psicológicas e sociais aos jovens despreparados para essa situação.Que por consequência tem-se o contágio de doenças sexuais, a morte de crianças por falta de orientações médicas e o abandono da escola por constrangimento ou pelas obrigações maternas.

Outrossim, leva-se em consideração a necessidade de condutas para reduzir essa questão. A principio, os maiores índices de mulheres atingidas ocorre em famílias de baixa renda, segundo o senado notícias. Medidas como distribuição de preservativos e maior acesso aos postos de saúde para consultas e acompanhamento médico são formas de atenuar esta veracidade.

Por fim, faz-se necessário a intervenção civil e estatal. Cabe ao ministério da saúde, tendo em vista ser o órgão responsável pela administração da saúde pública,a sensibilização de regiões onde os casos são recorrentes. Por meio da ação de agentes de saúde  com visitas domésticas para uma conversa informacional sobres os principais riscos a que os jovens estão expostos e incentivando uma interação familiar, pois uma conversa entre pais e filhos é fundamental para prevenção de casos como aconteceu em “Juno”.