Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 02/09/2019
A gravidez na adolescência é um problema social grave. Analogamente, quando ainda se era colônia de Portugal e consequentemente as pessoas tinham poucos estudos, era normal crianças e adolescentes serem expostas erroneamente à sexualidade, cansando-se ainda muito cedo. Nesse sentido, hodiernamente, pode-se observar tal comportamento se perpetuando na sociedade contemporânea , haja vista que a gravidez precoce se consolida-se em meninas das periferias e de baixa escolaridade.Diante dessa perspectiva , subterfúgios devem ser encontrados para solucionar essa problemática social recorrente na sociedade brasileira.
Segundo os dados do Sistema de informações dos nascidos vivos ( Sinase) 16% dos nascimentos no Brasil são gerados por mães entre 15 e 19 anos. Nesse viés, é notório que esses dados evidenciam uma falta de comunicação educacional para essas jovens-mães , tendo em vista que uma sociedade com base na educação e bem estruturada socialmente a incidência de filhos é muito menor. Logo, a relação entre gravidez e adolescentes é diretamente proporcional à realidade social do indivíduo .Parafraseando o sociólogo e filosofo francês Émile Durkheim, a sociedade e cada meio particular determinam o ideal que a educação realiza.
Vale salientar, também, que o corpo de uma adolescente não está preparado para receber uma gestação , haja vista que o processo de maturação dos ovócitos levam tempo para ser desenvolver completamente , o que uma adolescente a depender da idade não teria uma estrutura biológica pronta para receber um bebê, acarretando uma possível gravides de risco para a mãe e para a criança , que ao nascer prematura corre risco de não ter passado o tempo devido para ocorrer o fechamento do tubo neural , podendo causar mal formações embriológicas .
Em suma, medidas são necessárias para diminuir a gravides na adolescência .Logo, para isso, o Governo em parceria com o Ministério da Educação devem criar disciplinas e as tornas obrigatórias em todas as escolas públicas do país ,de modo a abordarem em salas de aula ,temas relacionados à sexualidade e os risco de uma gravidez mal planejada , por meio de palestras com linguagem clara e objetiva que alcancem o entendimento dos jovens sobre o tema, outrossim, incentivar nas grandes mídias e postos de saúde uso de preservativo tanto masculino quanto feminino. Espera-se com isso, melhorar e diminuir a curto e longo prazo os número de adolescentes gravidas no Brasil.