Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 02/09/2019
‘‘No meio do caminho havia uma pedra’’ através do trecho do poeta modernista Carlos Drummond de Andrade, vê-se que à questão da gravidez na adolescência se configura como um entrave no Brasil atual, e esse quadro contraproducente segue intrínseco a sociedade, devido não só pelo fator educacional, como também pela omissão governamental. Assim sendo, é preciso analisar as principais causas e problemas dessa chaga social.
Em primeira instância, vale frisar o papel da educação para o desenvolvimento social do país. Hodiernamente ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Todavia, a realidade é justamente o oposto, e o resultado desse contraste é claramente refletido na gravidez indesejada durante a juventude, haja vista vista que a falta de instrução no âmbito escolar de como se prevenir faz com que jovens adolescentes se tornem pais prematuramente. Prova disso é os baixos índices de natalidade de indivíduos entre 15 e 18 anos que tiveram uma educação de qualidade e apropriada.
Além disso, a falta de políticas públicas efetivas, sobretudo entre pessoas sociecomicamente vulneráveis, dá subterfúgios para o engajamento desse impasse. Nesse contexto, a atuação do setor público em lidar com essa problemática tem se mostrado inexpressiva, tendo em vista que apesar das campanhas de prevenção, a gravidez de jovens durante à adolescência ainda se faz muito presente na conjuntura atual. Desse modo, é indubitável que a atuação estatal é crucial para a manutenção do bem estar-social e do equilíbrio social.
Isto posto, para que essa pedra ‘’enraizada’’ seja retirada do meio do caminho, [e necessário que o estado - maior representante de poder na união - em conformidade com o MEC (Ministério da Educação) promova projetos elaborados por psicopedagogos, sob fiscalização jurídica, que fitem informar nas escolas métodos contraceptivos, por meio de palestras em salas de aula com profissionais de educação sexual sobre o assunto, a fim de mobilizar os alunos a se prevenirem não apenas de uma gravidez, mas também de doenças sexualmente transmissíveis(DSTs). Espera-se. com isso. a aplicação de medidas efetivas para o avanço social.