Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 09/09/2019
Meados do século passado, a gravidez precoce na adolescência eram considerados normais. Na Grécia por exemplo esta prática era bastante incentivada. Atualmente no Brasil, estes casos mostram que essa realidade na antiguidade continua se repetindo, sendo visto que, o país possui o maior índice de gravidez infantil da América Latina, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) uma agência especializada em saúde. Nesse caso, há dois tópicos para a diminuição desse índice como prejuízos causados por uma gestação precoce e, meios disponíveis para combater esse problema.
Explicar os motivos que levam a esse cenário não é tão simples, mas os resultados para este índice foram unânimes nas seguintes hipóteses: independentemente da classe social, os adolescentes estão praticando relação sexual cada vez mais cedo. Sendo assim, ao mesmo tempo falta diálogos sobre a educação sexual.
Pois geralmente é sem nenhum apoio familiar, nem planejamento, que eleva diversos problemas na vida da gestante e perpetua um ciclo de exclusão social difícil de ser quebrado. Dificilmente as adolescentes conseguirão conciliar os estudos, que é um fator complicador para o futuro.
Dessa forma, de acordo com os direitos constitucionais, o governo juntamente com a sociedade deve promover medidas cabíveis com o intuito de diminuir as consequências da gravidez na adolescência com palestras motivacionais pois os adolescentes precisam de orientação e conscientização. Evidenciando a melhoria e o bem estar da população no meio social.