Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 02/09/2019
Segundo a OMS, o Brasil tem o índice de gravidez na adolescência acima da média mundial, isso demonstra o déficit em políticas públicas na educação que conscientizem a população jovem sobre sexualidade. Ademais, uma gravidez não planejada e precoce afeta a perspectiva da vida do adolescente, prejudicando os estudos e sua inserção no mercado de trabalho.
Sabe-se que, a gravidez na adolescência tem como causa a falta de educação tanto nos lares, como também nas escolas. De acordo com o Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo, ou seja, é de extrema importância a adoção de políticas públicas que informem e conscientizem a população jovem e seus responsáveis na necessidade de discutir sobre a sexualidade, para que ela deixe de ser uma barreira e diminua os índices de gravidez na adolescência.
Ademais, menina pobres tem cinco vezes mais risco de engravidar que as meninas mais ricas, conforme o Portal Drauzio Varella da uol, dessa forma, convém analisar uma perpetuação no ciclo de pobreza e exclusão, pois a gravidez não planejada afeta os estudos e dificulta a inserção da futura profissional no mercado de trabalho. Com isso, a maternidade precoce faz persistir os desafios encontrados pela população jovem em sair do ciclo de exclusão social.
Com isso, conforme o que foi apresentado, a gravidez na adolescência necessita de ações governamentais para reduzir. Como, adoção de políticas públicas na educação através do Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação, por meio de projetos relacionados a sexualidade, com o objetivo de proporcionar a educação sobre os métodos contraceptivos. Além disso, por meio das Atenções Básicas de Saúde, garantir o acompanhamento da gestação e do cuidado da mãe adolescente, incentivando-a permanecer nos estudos para que o ciclo de exclusão social acabe.