Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 22/10/2019

Na série “SMILF”, a protagonista Bridgette, foi mãe na adolescência e aos 20 anos está solteira e apresentando dificuldades em conciliar a sua carreira e o relacionamento com o filho. Fora de ficção, a gravidez na adolescência é um dos tópicos que o Brasil foi convidado a administrar, combater e resolver. Nesse contexto, o país apresenta carência de educação sexual nas escolas e por conseguinte, nota-se um aumento de gravidez nesse parcela da sociedade.

Antes de tudo, é importante estabelecer que a educação sexual possui um importante papel para influenciar, positivamente, o público adolescente. Acerca disso, o filósofo Platão propõe: “A orientação inicial que alguém recebe da educação, marca sua conduta ulterior”. Ou seja, garantir que o adolescente tenha acesso a esse tipo de educação, proporciona ao jovem a formação de valores em que essa parcela da população, são extremamente necessitados de conceitos morais.

Cabe mencionar, em segundo plano, que consequência do aumento da gravidez é dada pela falta de educação. Sobre isso, é pautável trazer o discurso feito pelo Dr. Drauzio Varella, “A taxa de filhos de mães adolescentes no Brasil é maior que a média mundial”. Tomando como norte a máxima do autor, nota-se que essas mães adolescentes sofrem de diversos problemas, como exclusão social e abandono dos estudos. De acordo com Howald Becker: indivíduos que tenham alguma característica fora do normal, são excluídos e deixados numa periferia social. Assim, o que deveria caracterizar os diversos “Brasis” na nação é motivo de preocupação.

Em suma, o Estado, por seu caráter socializante e abarcativo, deverá promover políticas públicas, visando garantir a educação sexual e através do Ministério da Educação, implementar métodos de ensino. A escola, formadora de caráter, deverá incluir matérias como ensino sexual em todos anos de vida escolar, por meios de apostilas e e-books, visando sempre diminuir os índices de aumento de gravidez na adolescência. Somente assim, construir-se-à um país melhor.