Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 03/09/2019

A gravidez na adolescência é um dos vários frutos da ausência de um governo eficiente. A falta de suporte para crianças abusadas sexualmente, assim como a falta da educação sexual eficiente nas escolas, são fatores mais do que determinantes para os gráficos das mães jovens. Um dos problemas menos retratados nos casos de gravidez indesejada são as condições de vida do futuro bebê, considerando que em maioria, as mães adolescentes vêm das camadas mais pobres da sociedade. O abandono parental feito pelos pais dessas crianças também é algo enorme, pouco condenável nos olhos do governo.

A falta da educação sexual básica causa pequenos erros durante a relação sexual de jovens que podem acarretar uma responsabilidade gigantesca. Muitos adolescentes não tem conhecimento dos ciclos menstruais, bem como as variações entre medidas protetivas para DSTs e de gravidez. Outro problema acarretado pela ausência destes ensinamentos é a falta de compreensão das situações que crianças em situação de abuso se encontram. A educação sexual pode ser essencial para salvar uma vida em tal condição.

É possível observar a falta de um governo público adequado justamente quando é observado de onde vem essas mães adolescentes: a maioria vem das comunidades e das camadas socioeconômicas mais inferiores, onde se tem menos acesso a conhecimentos de saúde e sexuais. O abandono parental dos pais das crianças infelizmente é muito comum, sabendo que 5,5 milhões de crianças não tem o pai registrado.

Com base nos fatos anteriores, podemos concluir e propor uma intervenção que fortaleça a ausência da educação sexual em escolas públicas e locais de acesso de pessoas mais pobres, tal como fornecimento adequado de médicos como ginecologistas e medidas protetivas baratas e eficazes. Também pode-se fortalecer a lei para os pais que abandonam, já que é impossível para mãe fugir da responsabilidade, e o pai não deveria poder abandonar seu posto.