Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 03/09/2019
Promulgada pela ONU ( Organização das Nações Unidas) em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante a todos os indivíduos direito a educação sexual e ao bem-estar social. Contudo, mesmo com uma tímida queda na porcentagem de adolescentes grávidas, a taxa ainda é muito elevada, fazendo com que uma grande parcela da população de fato não acredite em tal direito universal. A educação é um fator primordial no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona economia mundial, seria racional dizer que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Conquanto, a realidade é justamente o oposto, e o reflexo desse contraste é visto no alto índice de adolescentes grávidas, trazendo maior risco de problemas físicos, psicólogos e sociais. De acordo com o Sinasc ( Sistema de informações sobre nascidos e vivos) de 3 milhões de nascidos em 2016, 480 mil eram de mães entre 15 e 19 anos, um percentual de 16% de todos os nascimentos, diante do exposto, a sociedade não pode aceitar tamanha negligência do governo, medidas devem ter tomadas. Faz se mister, ainda, salientar a falta de informações nas escolas como impulsionador do problema. De acordo com Friedrich Engeles, empresário industrial e teórico revolucionário prussiano, " Uma grama de ação vale mais do que uma tonelada de teoria". Diante de tal contexto, as escolas, as famílias e o governo, deve agir o quanto antes para que zere a taxa ou diminua drasticamente o quanto antes, assim, obtendo melhores números e melhores índices de IDH. Portanto, indubitavelmente, medidas devem ser tomadas para resolver esse problema. O governo deveria convidar sexólogos para palestrar em escolas, na cidade e na zona rural, com apostilas de material didático expressivo, depoimentos, relatos e um site de dúvidas para um conhecimento mais amplo, espera-se com issl uma vasta redução na taxa de adolescentes grávidas.