Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 25/09/2019
As medidas governamentais para a intervenção de gravidez na adolescência ainda não reverteram essa realidade. Devido a falta de estratégias eficazes, o número de nascidos por jovens grávidas não minimizaram. Contudo, se torna indispensável uma reformulação fundamentada na causa do problema que conscientize e oriente os jovens do Brasil.
Até os dias atuais, todas as metas que vieram a ser elaboradas pelo Governo Brasileiro não solucionaram essa fatalidade que afastam muitos jovens das escolas. Conforme o relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde), no período entre 2010 e 2015; 68,4 das grávidas são meninas entre 15 e 19 anos. No entanto, se torna incompreensível o desinteresse do país em resolver essa situação com extrema urgência, já que a vida escolar dos envolvidos fica comprometida, inclusive, o crescimento nacional.
Dessa forma, novas estratégias precisam ser elaboradas com base na educação e aplicadas de forma vigorosa a ponto de ser transmitido ao público de jovens e crianças os cuidados necessários. No site da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a médica Marise Tofoli relatou que os pais precisam conversar com seus filhos sobre a sexualidade, até mesmo nas escolas, com o objetivo de incentivar a jovialidade a evitar uma gravidez antecipada. Entretanto, muitas famílias não falam abertamente sobre o assunto e por isso que esses acontecimentos ainda persistem.
Conclui-se, que as ações públicas do Governo precisam ser verificadas no intuito de reduzir o número de gravidez precoce. Para isso, é preciso que o Ministério da Saúde realize campanhas de conscientização nas redes sociais, publicidades e palestras a respeito do assunto por todas as instituições. Além disso, o Ministério da Educação precisa elaborar medidas de palestras educativas que incentivem a prevenção e conhecimento sexual nas escolas públicas e privadas. Assim, o o Brasil se desenvolve com mais jovens livres para buscar o conhecimento.